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Crónicas do mundo do trabalho #3

por Antero, em 11.01.09

Quem me conhece e/ou segue este blog sabe que eu tinha uma verdadeira antipatia pelo dia da semana que dá pelo nome de Domingo.

 

Pois é, tinha.

 

Isto de trabalhar 6 dias por semana, principalmente com 8 horas ao Sábado divididas pela manhã e pela tarde, faz com que o meu dia de descanso absoluto ficasse reservado para os Domingos. E chateia-me imenso sair ao Sábado à noite e estar completamente de rastos. Não que os Domingos tenham passado a ser a oitava maravilha do Mundo: ainda continuo a achar que este dia é uma bosta porque me sinto em contra-relógio para mais uma semana de trabalho (e já estou a descontar a saloiada que decide dar sinal de vida nesta altura). Sempre me senti assim. Já para não falar do facto que trabalhar 6 dias por semana (embora cumpra as 40 horas legais) me dá a impressão de não ter tempo para nada. Mas é só impressão. Quando isto entrar em velocidade de cruzeiro ninguém me vai parar. A não ser dois berros do patrão. E como já não vou ao cinema há quase um mês, hoje é o dia. A Troca será o filme e depois a resenha vem cá parar.

 

PS: a malta anda a criar blogues e não avisa nada a ninguém (ou então ando muito distraído, o que não é de admirar). Vai daí, adicionei ali ao lado mais cinco ligações para blogues de ex-colegas da faculdade. Peço especial atenção para o blogue da Carolina, uma rapariga fixe, não bué da fixe. Apenas fixe. (private joke, minha gente)

 

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publicado às 16:00

Porquê?

por Antero, em 05.10.08

Porque é que esteve frio a semana toda, ao ponto de eu agora estar tão constipado que mal me aguento em pé, e aos Domingos está sempre, sempre, sempre bom tempo? Odeio os Domingos!

 

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publicado às 17:53

Pragas do mundo moderno #4

por Antero, em 03.08.08

DOMINGOS

 

É para eu aprender a não sair de casa neste dia da semana. Para além de ser impossível aturar os famosos domingueiros, andei às voltas com o carro por causa do trânsito caótico, de uma procissão que me obrigava a mudar de rumo a cada esquina e, para borrar de vez a pintura, tive um acidente. Nada de grave, pura azelhice minha, mas complicou-me as contas das férias programadas para esta semana. O que vale é que foi no carro de um conhecido meu (isto é mesmo uma gota de sorte num mar de azar) e resolveu-se tudo na hora. Pontos positivos do dia: conseguir combinar um "lanche prolongado para jantar" para 8 pessoas, com um orçamento reduzido de 30 euros. E com camarões, grelhados e muita cerveja. Mesmo assim, que dia maldito!

 

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publicado às 19:17

Febre de domingo à tarde

por Antero, em 20.07.08

Domingo à tarde na minha cidade é sinónimo de circo. Ao contrário de grandes cidades como Aveiro (onde estudei e morei durante uns anos), Porto e Lisboa que ficam desertas e reina a calma, Espinho vê-se invadida por todo o tipo de gentalha que faz o que quer sem dar cavaco a ninguém. Nas alturas de calor e brisa agradável, a situação é elevada à décima potência. Como eu moro duas ruas acima da praia, a gentalha acaba, invariavelmente, por cá parar. Tomemos como exemplo isto: a minha rua é de duplo sentido mas, há uns anos, não o era. Nestes dias, ocorre quase como um regresso ao passado, uma vez que as pessoas, para ficar perto da praia (comodismo absoluto), estacionam à direita como se fazia antes. E empatam o trânsito. E as vizinhas vêm cá para fora reclamar. E os insultos sucedem-se. E as buzinas desatam a berrar. Filas de carros. Calor. Vizinhas. Insultos. Buzinas. Calor. Insultos. Buzinas. Engarrafamentos. O caos total.

 

Onde é que andam as forças policiais para deitar mão nisto? Para me passar uma multa por circular a 56 km/h não se fizeram muito rogados. O que falta a Espinho, e que existe em abundância noutras paragens, é um shopping center. Ao menos, a gentalha tinha um circo para se entreter e não me torravam a paciência. E parece que os espinhenses vão ter direito a um! Um Dolce Vita! Até pode ser um galinheiro como o de Ovar, desde que albergue estes tristes todos. Finalmente paz e sossego, pensava eu. Só que há um detalhe: parece que o shopping vai ser mesmo ao lado de minha casa. Porcaria de planeamento urbanístico.

 

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publicado às 17:09


Banha de Cobra

Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

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