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O tesão

por Antero, em 09.03.09

Estou teso. Isso mesmo: sem tusto. Que merda. Tudo porque o raio do cheque do mês passado ainda não deu entrada na conta, embora esteja disponível (há vários dias) no muito conveniente "saldo contabilístico". A vontade que tenho é de invadir o banco mais próximo da Caixa Geral de Depósitos, dar uma de Manuel Subtil e não arredar pé até me darem o meu suadinho salário. E fazia isso já amanhã, mas o mais certo seria eles aguentarem-me até ao meio-dia e meia e depois: "Aaahhh, está na hora do almoço!" e, como tenho de trabalhar às 13h, nada feito. Para o almoço há sempre pressa, mesmo que tudo o resto tenha sido feito a passo de caracol.

 

Um gajo vê-se a trabalhar e nunca mais pensa em voltar para o outro lado da barricada, que é como quem diz, pedir dinheiro aos progenitores. Humilhação suprema: andar a pedinchar o irmão, estudante universitário, para café e tabaco. O cabelo já está para ser cortado vai para uma semana, os pés já choram por umas sapatilhas novas, a impressora nova (que devia ter sido eu a pagar, porra!) precisa de papel, mas tudo isto terá de aguardar no "contabilístico".

 

"Banco é Caixa."

 

Vai pró caralho, Scolari!

 

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publicado às 21:43

Crónicas do mundo do trabalho #2

por Antero, em 29.12.08

Tenho de começar a pensar no que vou fazer ao dinheiro a partir do segundo ordenado. Porque o primeiro - que acabei de receber - vai ser para estourar, como mandam as regras. E como é bom receber um cheque em nosso nome com dinheiro para levantar. Melhor que a cotação máxima numa pauta qualquer da Universidade. Não que este post sirva para criar inveja alheia.

 

Ok, por acaso até serve. Mas só um bocadinho, vá.

 

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publicado às 14:19

O dinheiro, sempre ele...

por Antero, em 23.09.08

 

Toda a gente viu, muitos falaram e outros tantos insultaram e eu não podia faltar à chamada. Depois de ter visto uns vídeos na net, eis que acabo de assistir a uma emissão do novo programa da SIC, O Momento da Verdade. Tive azar. Saiu-me uma moçoila de origens ciganas e o programa mostrou-se mais contido e até mais romântico do que eu esperava. Porque se fosse uma mulher a armar o estardalhaço do rapazito militar "eu-sou-o-maior-e-vós-sois-uma-merda-mas-estou-aqui-a-destruir-me-todo-pelo-dinheiro-por-isso-tenham-pena-de-mim-e-perdoem-me" do primeiro programa, a ciganita não poderia sair à rua e seria apelidada de tudo e mais alguma coisa. Continuo sem perceber a lentidão da voz-off em anunciar a veracidade das respostas, assim como não percebo os comentários sempre jocosos do público, à boa maneira portuguesa. Mas o pior é aquele programa/rescaldo ao domingo onde vários "ilustres" discutem a participação e a vida do concorrente e tentam arranjar profundidade onde ela não existe (e o machismo de Gonçalo da Câmara Pereira é pura fachada para contrabalancear o feminismo absurdo de Luísa Castel-Branco). Meus amigos, no meu entender, o que serve de desculpa para um serve para todos: se os concorrentes lá vão, é pelo dinheiro; se a família se sujeita ao ridículo, é pelo dinheiro; se o público goza e vaia, é pelo dinheiro (ou acham que eles não são pagos para estar ali?); e se Teresa Guilherme, que sempre tive em boa conta como entertainer, dá a cara por um programa tão baixo, é pelo dinheiro ao final do mês. É claro como água. Sempre ele...

 

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publicado às 23:34


Banha de Cobra

Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

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