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ALERTA DE SPOILER! Este post contém informações relevantes, pelo que é aconselhável que só leiam caso estejam a par da exibição norte-americana.

 

 

Desperate Housewives 5x08: City on Fire

De vez em quando, há episódios cujo tema central é uma situação drástica que envolve praticamente toda a população de Wisteria Lane. Foi assim em Bang (o melhor episódio de toda a série) com o sequestro no supermercado e em Something’s Coming com o ridículo tornado que assolou a região. São episódios fulcrais que costumam fechar arcos narrativos, fazem a história andar e, normalmente, abrem novas possibilidades na série. Neste episódio, o mote é a apresentação de banda sénior idealizada por Dave no tal festival de bandas de garagens e, durante a qual, ocorre um incêndio e Dave torna-se num herói por salvar Mike e outros. Agora não tenho mesmo dúvidas que a desavença que Dave tem com Mike é por este ter morto, ainda que em legítima defesa, o irmão do primeiro. Julie está de volta e traz consigo o seu novo namorado quarentão, o que faz Susan pirar de vez. Admito que gosto da Susan, embora o argumento tenda a fazê-la mais infantil e trapalhona do que ela realmente é, e a sua química com Julie é excelente. Impagável a discussão sobre casamentos múltiplos com o “novo” possível futuro genro. Gaby finalmente faz valer a sério o seu papel de mãe e as diferenças que ocorreram naqueles 5 anos ao não deixar que a velhota interfira na educação das suas filhas. Lynette vê-se a braços com a possível fuga do filho coma mulher casada que ele engravidou e, ao agir em desespero de mãe, acaba por propiciar uma cena de violência doméstica. Engraçado como é sempre Lynette a ficar com as histórias mais pesadas (excepção feita ao alcoolismo de Bree e ao abandono de Andrew na segunda temporada). Falando na Bree, a sua parte foi o elo mais fraco do episódio: mais uma vez a viver das aparências, viu-se logo que a jornalista não era aquela víbora e que tudo se resolveria a bem. No incêndio, pensei o namorado da Susan, Jackson, morreria, o que até nem era mal pensado, pois actor e personagem são dispensáveis. Agora com Dave como o herói da vizinhança e com o psiquiatra fora de cena, como será o mistério desvendado? É por episódios assim que vale a pena seguir Desperate Housewives.

9 potes de banha

 

Entourage 5x11: Play’n With Fire

Quem acompanha o Episódios da Semana sabe que Entourage é, regra geral, o ponto alto da semana. Ainda assim, raras vezes lhe atribuí nota máxima e a explicação para isso é simples e a mais elogiosa possível: a série tem uma qualidade tão grande que eu sinto-me obrigado a ser exigente na mesma medida. Porém, este episódio arrebentou com tudo. Descobrimos que Verner nunca quis Vince no elenco de Smokejumpers fazendo-lhe a vida negra nos sets de filmagem, o que proporcionou uma épica (e mais comum do que se pensa na vida real) discussão e durante a qual Vince é despedido do papel. É então que Ari Gold é chamado para socorrer o seu cliente que, em mais uma fabulosa interpretação de Jeremy Piven (o quarto Emmy consecutivo já está garantido!), tenta de tudo para reverter a situação e despedir Verner. Só que no meio de toda a verborreia de Ari nota-se o seu desespero pela situação estar fora de controlo: Verner é intratável com todos e chega ao ponto de suplicar aos executivos a substituição de Vince por Ashton Kutcher! No final, a produção é cancelada e Vince vê o papel que o traria de volta à ribalta ir pelo cano abaixo. O episódio ainda trouxe uma comovente história de Turtle que, desde a altura em que dava os primeiros passos como agente, teve o destaque merecido. Turtle sempre foi o vértice mais fraco do grupo, mas aqui redimiu-se: andando pela cidade com a tal actriz d’ Os Sopranos que conheceu no avião há uns episódios atrás e sem saber nada da batalha travada entre Vince e Verner, ele inicia uma relação sensível com a actriz (ele sabe que não tem estatuto para namorar com ela) e nota-se claramente a amizade que o une a Vince e a fidelidade inabalável que o liga àquele grupo. Episódio fenomenal que deixa uma ansiedade tremenda para o próximo que será o último da temporada. As saudades já apertam.

10 potes de banha

 

Heroes 3x09: It's Coming

Este episódio foi tão fraco que nem sei por onde começar. Que raio de ideia foi aquela de regredir mentalmente Hiro até aos 10 anos? E de onde apareceu aquela revista desenhada pelo Isaac? Do Além? Então Sylar e Elle já eram tão amiguinhos e ele quase que a matava no início da temporada. Amnésia? Não, apenas burrice dos argumentistas e dos produtores. Foi razoável perceber que Sylar absorve os poderes de várias maneiras, só que através da "empatia" leva mais tempo, apesar de não parecer, até porque Heroes mete tudo a correr como naquele treino do Hiro com o pai Nakamura que, à primeira vez que o velho é vencido, Hiro está preparado para a batalha. E todos recordamos muito bem como foi essa "batalha" (com aspas gritantes) que encerrou a primeira temporada, certo? Por falar em batalha, ridículo o embate entre Arthur e a esposa mais o Parkman e a Daphne lá nas mentes de cada um. Afinal, o vilão tem um coração mole e um cérebro de besta porque acabou de dar aos "heróis" uma réstia de esperança para acabar com o seu plano. Incompetente! Tracy vira a casaca e une-se a Arthur assim do nada. Também a personagem já se desvirtuou tanto que a gente já nem liga. Mas nada supera o momento constrangedor em que Claire soma 1 e 1 e chega a 11: ela é o catalisador "guardado" (não perguntem) que concederá novos poderes a novos indivíduos. Lembram-se do eclipse do início da série? Esqueçam. Isso já lá vai. E sabem como Claire descobre isso? Lembrando-se do que Sylar lhe tinha dito no primeiro episódio sobre ela ser "especial". Só que os dois próximos capítulos chamam-se "O Eclipse" e como vai ser? Aparece um sujeito cujo poder é transferir habilidades de humanos para eclipses? E que final foi aquele com "heróis" e "vilões" a fazerem pose preparados para a guerra que se aproxima, embalados pelas narrações sem sentido de Mohinder? Deus nos acuda, esta série é um lixo!

2 potes de banha

 

House 5x08: Emancipation

Neste episódio, as atenções estiveram viradas para Foreman que decidiu aceitar um caso extra, mesmo contrariando as ordens de House. Foi um caso simples de um miúdo que estava a ser inconscientemente sobredosado de vitaminas pelo irmão mais velho. Nada de muito complicado até para não ocupar muito tempo de antena. E tal como o caso da semana que trouxe uma menor emancipada, o que Foreman procurava era emancipar-se da sombra de House. Foi bom ver a antiga equipa a interagir como dantes, o que me irrita ainda mais por saber que os novos assistentes continuam lá. A nova equipa seria óptimo para uma temporada, mas agora já passou o prazo deles (aquela cena em que Taub mente para a paciente com a história da Treze foi péssima). O certo é que a rapariga emancipada mentia a torto e a direito para encobrir a sua situação, o que eu achei excelente até descobrir a verdadeira razão de tanta mentira: ela tinha morto o irmão, o que gerou um conflito interno na sua relação com os pais (mais melodramático seria impossível). Nada de Cuddy durante o episódio, mas tivemos mais um daqueles momentos em que a química entre House e Wilson dá um espectáculo.

7 potes de banha

 

How I Met Your Mother 4x08: Woooo!

Apresentando mais uma das suas teorias sociais (já foram as "pumas", o efeito cheerleader da semana passada, as fases de um encontro romântico, entre outros), o episódio mostrou agora uma rapariga "woooo!", um género de "pita" mais adulta (credo, que expressao foi esta?) que festeja com o seu grupo por tudo e por nada. No fundo, elas são umas falhadas e foi comovente ver a Robin admitir que a sua vida estancou tanto a nível profissional como a nível pessoal. Barney decide levar Ted à sua empresa para que ele projecte o novo edifício da Goliath National Bank e vê-se entre ter de escolher o amigo ou os Sven, um grupo de arquitectos que mais parece uma banda deEurodancesaída dos anos 90. A cena em que eles apresentam o projecto (um edifício em forma de dinossauro que solta fogo) é hilariante. Só mesmo Barney para se deixar seduzir por uma coisa daquelas.

8 potes de banha

 

Prison Break 4x11: Quiet Riot

Descontando o facto do Self ter ido apanhar T-Bag com uma agente que mal deve saber disparar e, claro, foi apanhado por isso, este foi um episódio bom e trepidante. Principalmente pela longa e detalhada cena em que acompanhamos a invasão ao depósito onde está Scylla, numa cena a fazer lembrar Missão: Impossível. Scofield não vai para o hospital tratar-se para conseguir terminar a missão, mas, sinceramente, a parte que lhe foi destinada qualquer um podia fazer. Pronto, digamos que o rapaz foi inspeccionar a obra e não quis deixar de dar a sua assinatura (hehehe). No fim, um dos alarmes é activado e o pessoal da Companhia está a um passo de apanhar a gangue, mas eu aposto que Scofield previu esse alarme "oculto" e tudo correrá como o planeado (a não ser que lhe dê outra dor de cabeça... ou então, é o tal tumor que já não o deixa raciocinar como dantes e, então, o grupo está lixado!). Gretchen não consegue roubar o sexto cartão porque o velhote já a topou e, no fim, acaba por capturar Self e a amiga. No próximo episódio e a avaliar pelo título do mesmo, será que vamos ter uma morte importante?

8 potes de banha

 

Segundo consta por aí, as séries Eli Stone, Pushing Daisies e Dirty Sexy Money estão canceladas. Não acompanhava nenhuma por isso não deverão fazer falta. A única que ainda dei uma espiadela foi Pushing Daisies e achei extremamente maçante.

 

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publicado às 17:11



Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

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