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ALERTA DE SPOILER! Este post contém informações relevantes, pelo que é aconselhável que só leiam caso estejam a par da exibição norte-americana.

 

 

Desperate Housewives 5x07: What More Do I Need?

Melhor que os episódios anteriores, a começar pelo início em que despacharam logo o conflito entre Lynette e Tom sobre a possível traição deste, evitando uma trama inútil entre o casal. E tempos tumultousos esperam Lynette: o filho envolveu-se com uma mulher muito mais velha, casada com um marido violento e, pior de tudo, consta que a engravidou. No final do episódio fica a dúvida se o filho vai fugir com ela ou se ele irá acompanhá-la para um aborto (foi o que me passou pela cabeça). A parte da Susan foi uma seca, muito insossa aquela treta toda do "temos de nos conhecer melhor", naquela que foi a história mais fraca do episódio. Com Gaby, começamos a perceber o "fascínio" que a velhota ricaça tem pelos Solis, numa trama que também parece não oferecer grandes atractivos (a velha quer fazer parte da família, pfff...). A da Bree foi muito melhor e sempre gosto quando o seu jogo de aparências é ameaçado por qualquer factor externo. Neste caso, foi uma sex tape que, na verdade, era Katherine e Mike juntos, o que já pronuncia um embate entre esta e Susan (com as restantes pelo meio) e já se sabe que o melhor de Desperate Housewives é quando as diferentes histórias das donas de casa se cruzam umas com as outras e elas entram em rota de colisão. Quanto a Dave, Mrs. McCluskey e a sua irmã descobrem que ele é um criminoso em tratamento psiquiátrico, numa pequena confirmação do potencial da personagem (como se não fossemos capazes de perceber isso).

7 potes de banha

 

Entourage 5x10: Seth Green Day

Outro grande episódio nesta fenomenal quinta temporada. Vince vai tirar satisfações com o realizador de Smokejumpers sobre o contínuo apagamento da sua personagem e recebe a resposta que é tudo para que o filme funcione e que Vince não lhe está a dar tudo o que ele exige. No entanto, este é convencido a alinhar nas esquisitices do realizador quando este lhe promete a interpretação de uma vida e como Vince está mesmo desesperado para voltar às luzes da ribalta, sujeita-se a ser rebaixado à frente de toda a equipa. Eric tenta vender a série do seu cliente mais recente, mas o estúdio propõe Seth Green para um determinado papel, o que traz à baila conflitos antigos entre Eric e ele sobre um ex-namorada do primeiro. Toda a parte de Green foi hilariante, principalmente o hiper-desconfortável reencontro entre Eric e a ex-namorada. Ari declara guerra à própria sócia da Agência (numa cena sensacional num clube restrito ao sexo masculino) que se recusa a adquirir o velho amigo de Ari como cliente. Mais um grande interpretação de Jeremy Piven a realçar toda a lealdade do agente para aqueles em que ele acredita (Vince é um exemplo disso).

9 potes de banha

 

Heroes 3x08: Villains

O que dizer de uma série em que o criador vem, pela segunda vez, desculpar-se pela má qualidade da mesma? Uma série que cria uma salada russa de tanta personagem e tramas paralelas que, vez por outra, tem de recorrer a episódios "quase" fechados para explicar as suas próprias falhas? Isto é Heroes no seu esplendor. Esta semana, acompanhamos a jornada espiritual de Hiro que teve de comer excrementos de hiena (juro!) e, vai daí, explica ao espectador muita coisa que ficou em branco. Claro que ele tem o poder de viajar no tempo e no espaço, mas merda de hiena é o que está a dar e assim evita-se que o pobre Hiro (e a nossa paciência, já agora) tenha de correr atrás do prejuízo sempre que muda de tempo e local. Afinal de contas, Arthur Petrelli sempre esteve por trás desta conspiração contra os poderosos e foi atráves da sua esposa que ele não conseguiu o que queria: matar Nathan, o próprio filho. Envenenado por ela e sem controlo sobre o seu sistema nervoso central, ele foi dado como morto por todos. No passado, Sylar, ainda reprimido como Gabriel, é abordado por Elle que fica com peninha dele e já na altura tinha dúvidas sobre a sua função (será ela a mãe do filho loiro dele no futuro?). Como ela se tornou na mimada e impulsiva tempos depois é um mistério, mas nada que não se resolva com outra jornada espiritual regada a bosta de hiena (hei-de bater nesta tecla até ficar sem dedo!). Vimos também Meredith em acção com a Companhia, algo que eu não esperava e que me agradou. Só assim para ela saber como aquela gente é perigosa. No final um grande gancho para o próximo episódio: era bom que Arthur eliminasse de vez Hiro. Depois podiam ir à vida as restantes personagens chatas: Mohinder, Peter (que aqui apareceu com a sua inigualável franja da primeira temporada), Micah, a Google Earth, e demais.

6 potes de banha

 

House 5x07: The Itch

Como seria de esperar, House não quer nem mencionar o beijo furtuito com Cuddy no último episódio. Só que o seu comportamento perante ela começa a alterar-se (não há mais discussões inúteis e brincadeiras infantis) e Wilson tenta arranjar maneira de eles os dois darem uma oportunidade à relação. O caso da semana foi óptimo por fazer uma bela metáfora com o conflito interior de House: uma paciente agorafóbico que sofre convulsões, mas que não sai de casa para ser tratado. Assim como o paciente não enfrenta o seu medo, House também receia o confronto com os seus possíveis sentimentos em relação a Cuddy. A cena em que Cuddy fala sobre como as coisas seriam se eles se envolvessem terminou de forma impagável com a tirada de Wilson logo de seguida. O que é certo é que um relacionamento entre House e Cuddy tem tudo para não resultar e o tal beijo ocorreu em circunstâncias especiais, como ela refere a toda a hora (mas o público quer mesmo é que eles se envolvam, não?). Relegando a nova equipa para segundo plano e dando destaque a Cameron e a Chase de forma mais orgânica à narrativa, o episódio também demonstrou que, dos novos assistentes, o único que vale a pena seguir é mesmo Taub, mesmo que este tivesse pouquíssimas cenas.

8 potes de banha

 

How I Met Your Mother 4x07: Not A Father's Day

Sabendo que Alyson Hannigan, que interpreta Lily, está grávida pensei que este episódio iriam fazer o mesmo à personagem, mas isso não aconteceu (embora tal possa acontecer, segundo o que li por aí). O que não significa que o episódio tenha sido uma perda de tempo: foi óptimo ver Barney comemorar por não ter um filho e decidir instaurar um feriado para a ocasião (daí o nome do episódio); foi engraçado ver Ted, super paternalista, e Robin, descompromissada, a discutirem sobre bebés (apesar da fobia dela ser algo exagerada) e ver Lily com medo da responsabilidade e podre de bêbada também valeu a pena. No fim, vemos como Ted e Robin acabam por morar juntos e será excelente ver como eles lidam com a situação agora que são só amigos. Espero também que voltem à carga com a paixoneta de Barney pela morena, pois tem tudo para dar umas valentes gargalhadas.

8 potes de banha

 

Prison Break 4x10: The Legend

Tudo bem que a morte de Bellick foi tocante, mas era escusado tanto tempo de antena para o luto, principalmente naquele insípido discurso de T-Bag. É certo que muito mudou desde Fox River, mas ver Theodore debitar aquelas frases é absurdo por vir de quem veio (já para não falar que a firma onde ele trabalha parece a casa da mãe Joana, com um vai vem de pessoas inacreditável, mas ninguém questiona nada!). Outra coisa ridícula foi a resolução da situação da mina que estava a ser trepidante: no fim de contas, era só desligar a corrente geral no quadro que estava mesmo ali ao lado. Mais triste ainda foi perceber que a tal secretária do T-Bag (não me recordo do nome da moça) é uma agente ao serviço do Self e que o número de telemóvel deste é a referência profissional do curriculum dela. Coisas escritas no joelho dá nisto. O que vale é que o resto do episódio compensou e muito: Scofield a braços com um tumor que exige cirurgia rapidamente; Mahone, por sua conta e risco, a ir ter com o "criador" de Scylla; e a já citada sequência da mina, que contou com o auxílio de Gretchen. No futuro, aposto que Michael passará o papel de líder para Mahone. Seria mais do que merecido.

8 potes de banha

 

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publicado às 14:11



Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

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