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O Mundo ao contrário

por Antero, em 09.12.08

Benfica líder do campeonato após milhentos dias?

Sporting nos oitavos da Liga dos Campeões?

Liverpool a lutar pela Premier League?

Vasco da Gama despromovido e quase suicida adepto?

Quaresma eleito pior jogador em Itália? (ok, esta era mais do que esperada)

Treinador do Real Madrid declara que não tem hipóteses contra o Barcelona?

Ronaldo humilde na consagração? (ok, isto é mais utopia que outra coisa)

 

Bem, só pela primeira frase já vale a pena ver isto tudo virado do avesso.

 

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publicado às 11:11

ALERTA DE SPOILER! Este post contém informações relevantes, pelo que é aconselhável que só leiam caso estejam a par da exibição norte-americana.

 

 

Desperate Housewives 5x09: Me and My Town

Episódio leve em comparação com o anterior, mas não menos divertido. Susan fica a saber que Katherine e Mike andam juntos e não fica nada contente por saber, não tanto pelo envolvimento dos dois (para já), mas porque Katherine e, principalmente, Bree não lhe haviam dito nada. Compreensível a atitude da Susan e, a partir de agora, deverá haver um afastamento entre ela e Katherine e espero que isso crie grandes problemas às amigas, pois, como já referi anteriormente, a série ganha outro impulso quando as histórias das amigas se cruzam umas com as outras. Bree teve uma história bem simples: não aguentando mais o ressonar de Orson, ela deixa de dormir com ele porque isso afectaria a sua vida profissional. Este decide drogá-la para ela não reparar nos seus roncos, mas num imprevisto (para ele, que eu já estava à espera), ela toma o comprimido antes de uma apresentação pública e é o descalabro. Logo vi que não iriam manter a cegueira de Carlos durante muito tempo, o que até é bom porque referências ao assunto e à atitude de Gaby perante a doença já estavam a ficar batidas. A reacção dela não podia ser melhor: como já não tem o aspecto de uma modelo, decide trabalhar para ganhar o visual de outrora, nem que tenha de sacrificar as refeições das filhas (na melhor sequência do episódio). A parte de Lynette anda muito pesada e, sinceramente, não estou a gostar muito do rumo da mesma. Acho-a demasiado alienada das amigas e a sua atitude de querer encobrir o filho parece uma repetição da Bree que, na primeira temporada, protegeu Andrew quando este atropelou a mãe de Carlos (embora, neste caso, nós saibamos que Porter está inocente e Andrew não estava, o que dava a Bree um caráter menos digno, mas mais benéfico para a série, uma vez que todas elas já tiveram acções condenáveis).

7 potes de banha


Heroes 3x11: The Eclipse (Part 2)

Em mais um tenebroso episódio para a posteridade, tivemos a conclusão do eclipse que, misteriosamente, retirou os poderes a todos e, incrivelmente, o eclipse apareceu e foi embora sem mostrar o seu propósito. Ao final do mesmo, todos recuperaram os poderes. Então para que foi o eclipse? Para mostrar a malta sem poderes? Para criar uma tensão gratuita com as “mortes” de Sylar e Claire? Falando no Sylar, ao recuperar os poderes decide matar Elle numa mudança de personalidade tão tosca, uma vez que ele já havia adquirido os poderes dela através da “empatia” há uns 2 episódios atrás. Então porque matá-la? Porque os argumentistas e produtores de Heroes são burros como uma porta! Tão burros que investem novamente numa briga sem sal entre Claire e o pai, porque este não lhe liga nenhuma. Ela que se decida: ou é determinada ou uma mimada que precisa do pai sempre que alguma coisa lhe corre mal. E ainda quer ela ser levada a sério… Ou talvez ela saiba que, lá no fundo, Noah é um voyeur pervertido que precisa ser chamado à razão uma vez que, no final do último episódio, ele tem a mira apontada a Sylar e Elle, mas acaba por atacá-los depois de ambos terem sexo e já estarem a aproveitar o pós-coito. Claro que o casal conseguiu escapar. No Haiti, os irmãos Petrelli resgatam duas locais das mãos sangrentas do irmão do Haitiano e ainda tivemos o momento Rambo de Peter (que, no fim de contas, já é o filho do Rocky então fica tudo em família). No fim, tivemos mais uma mudança brusca de personalidade quando Nathan decide unir-se ao pai porque, enfim, lá percebeu que nestas coisas os vilões são muito mais divertidos e ele está rodeado de imbecis o pai até é boa pessoa e merece reconhecimento, não obstante ter forjado a própria morte, posto a esposa em coma e ter tentado matar um filho. Tivemos também a possível revelação que Sylar pode não ser filho de Angela e Arthur mas, sinceramente, who cares? O Parkman mais a velocista andam insuportáveis, principalmente depois daquela reconciliação melosa entre ela e o pai. Foi só voltar atrás e despedir-se do velho e, voilá, anos de rancor e mágua que desaparecem. Aquela revelação sobre Isaac ter deixado várias (não uma, foram várias!) edições póstumas foi o cúmulo da estupidez. Mas eles acham que o espectador é assim tão burro a ponto de engolir tamanho buraco? Para abrilhantar o episódio, tivemos direito ao momento "Socorro! Fujam para as montanhas!" com o reaparecimento de Maya e as saudades de Mohinder. Perdoem-me pela extensão do texto, mas Heroes merece ser enxovalhado até à morte.

2 potes de banha

 

House 5x10: Let Them Eat Cake

Algo se passa com House: a série, como um todo, já não prende como dantes, as personagens já não cativam, Hugh Laurie parece cansado do papel, as histórias já não surpreendem tanto, algo que pode ser constatado por esta irregular quinta temporada. Serão sinais de desgaste? O romance não consumado entre Cuddy e House parece que não ata nem desata, embora tenha sido comovente o gesto dele com o escritório dela. Só que o final foi tão, mas tão cliché (Cuddy ia agradecer-lhe o gesto, vê-o com outra no gabinete e decide afastar-se... ooohhhh!). O caso da semana trouxe uma personal trainer, daquelas com DVD's aos pacotes a prometerem dietas e exercícios para queimar calorias em tempo recorde, que na verdade havia feito uma operação de redução do estômago e assim mantinha aquela forma. Só que no final, vai-se a descobrir que é a escassez de doces e de gorduras que a põem doente. Aquela treta do costume: toda a gente mente, um flash e House tem a resposta. Foreman super-preocupado com Treze e o seu tratamento para o Mal de Huntington. Os dois que se enfiem num quarto, façam muitos filhos e desapareçam de vez! Do Foreman até teria saudades, mas dela nem por isso. Ok, ela é bonita. Ok, ela está doente. E?

5 potes de banha

 

Prison Break 4x13: Deal Or No Deal

Mais um episódio de tirar o fôlego que só não foi perfeito devido a duas reviravoltas que eu antecipei logo: a primeira, era a de que Scofield teria retirado uma parte de Scylla e esta ficaria incompleta para funcionar (afinal, ele tem sempre um truque na manga); a segunda, aquele agente que acompanhou os velhinhos (o superior de Self e o senador) ser, na verdade, um agente da Companhia. Aquele grupo tem infiltrados em todo o lado. Ainda assim, foi electrizante ver todos os interessados em Scylla (Companhia, Scofield, Self, Gretchen, Segurança Interna) a mexer os cordelinhos o mais rápido e eficazmente possível para não se deixarem apanhar e retirar os maiores proveitos da situação. Podem apostar que Mahone não fugiu e irá reaparecer quando a cavalaria for necessária. Para terem uma ideia de como Prison Break está óptimo, Gretchen, que sempre achei fraca e inexpressiva (actriz e personagem) ganha uma nova dinâmica nesta temporada com a introdução da sua família (e a reacção da sua irmã ao esbofeteá-la foi impactante). Agora quero ver o ajuste de contas entre Scofield e Self!

9 potes de banha

 

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publicado às 21:16

Crónicas do mundo do trabalho #1

por Antero, em 03.12.08

A minha primeira manhã no trabalho foi óptima. Passei horas às voltas com um computador arcaico (para terem noção da velhice, o mesmo nem portas USB tem), cheio de tralha, viroses, trojans e afins. Ontem recebi um telefonema do patrão que, antes de embarcar para a Alemanha, me disse que o computador da recepção do consultório dele tinha apanhado um vírus que desligava o computador em 60 segundos e pediu-me para ver se podia fazer alguma coisa. "Não pode ser o Blaster" - pensei eu - "já ninguém apanha isso hoje em dia". Lá fui eu ver o que se passava e, após esperar uma eternidade para que o computador arrancasse no modo de segurança, lá pus a correr oFixBlastque, com tanto lixo, levou outra eternidade a fazer o scan. Não era o Blaster, mas era worm semelhante. O computador tem ligação à Internet e, surpresa das surpresas, nem tem a firewall do Windows activada! Pus oStingera correr e fui almoçar...

 

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publicado às 13:01

Acabou a boa vida

por Antero, em 02.12.08

Arranjei emprego! Sim, pelo INOV-JOVEM. Aquele programa de estágios profissionais do Governo. Quanto? Cerca de dois salários mínimos, mais uns trocos. Onde? Em Espinho. Sim, a 5 minutos de casa a pé. Sim, na minha área de formação. Não, não procurei, foi pura sorte. A sério! O patrão viu o meu currículo on-line há dois meses e decidiu falar comigo. Eu gostei da proposta, aceitei e indiquei-lhe uma candidatura para o tal programa. Que levou dois meses. Por isso é que estive parado e deixei de procurar. Porque já estava comprometido. E porque é em Espinho. A 5 minutos de casa. A pé. E porque vou estar encarregue da parte de Comunicação não de uma, mas duas empresas que estão a ser criadas. Uma maravilha! Confesso que já estava farto de "férias"...

 

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publicado às 18:34

Deolinda, frio, chuva e chiclete

por Antero, em 01.12.08

Este fim-de-semana, desloquei-me a Aveiro para assistir a um concerto de uma das bandas do momento: Deolinda. Remando contra o frio e a chuva ruidosa que se fazia sentir, lá me meti para o Teatro Aveirense com moderadas expectativas. Num dos pontos negativos acertei: o concerto foi curtinho (cerca de uma hora e dez minutos), mas como a duração de Canção Ao Lado mal deve passar dos 40 minutos isto já era expectável, bem como a repetição de algumas faixas do álbum. De resto, bom ambiente, sala cheia, com muita malta jovem e muitos de faixas etárias já avançadas (um desse espécime, três filas à minha frente, mandou uns piropos à vocalista, Ana Bacalhau, que os levou numa boa).

 

Quanto ao concerto em si, foi espectacular! E espectacular num sentido inverso ao que toda a gente pensa (jogo de luzes e pirotecnias mil): com uma decoração minimalista e depositando a dinâmica do concerto no carisma de Ana Bacalhau, o espectáculo foi um sucesso. Ela não falhou uma única vez na voz, tem uma presença em palco impressionante (a forma como ela interagia com o público) e a ideia de fazer pequenas introduções para cada música é excelente. Para terem uma noção de como a prestação de Ana Bacalhau foi óptima (bem como dos restantes elementos, claro), músicas como Garçonete da Casa de Fado ou Eu Tenho Um Melro que, na minha opinião, são as mais fracas do álbum, ganham outra dimensão com a incorporação que a vocalista faz da personagem que as canta, já para não falar que conseguiram abafar os irritantes adolescentes instalados atrás de mim que, mascando insistentemente as suas chicletes, comentando tudo e mais alguma coisa e repetindo alto e bom som (e muito mal, diga-se de passagem) as músicas mais conhecidas, estiveram a um pequeno passo de me estragarem a experiência. Mas a banda é tão boa que conseguiu com que eu me abstraísse disso.

 

Também gostei das novas adições, como aquela canção da banda que vai jantar ao restaurante (infelizmente, não me recordo do nome) e a fenomenal Fado Notário que me fez gargalhar imenso e que juntamente com a também fenomenal Movimento Perpétuo Associativo faz uma grande parelha de músicas de intervenção e sátira social. Um concerto animado do início ao fim, sem grandes tempos mortos e com um público entusiasta. Decididamente, fiquei fã!

 

Próxima paragem: Gotan Project em Lisboa!

 

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publicado às 01:43

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Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

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