Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Episódios da semana #7 (12/10 a 18/10)

por Antero, em 16.10.08

ALERTA DE SPOILER! Este post contém informações relevantes, pelo que é aconselhável que só leiam caso estejam a par da exibição norte-americana.

 

 

Desperate Housewives 5x03: Kids Ain't Like Everybody Else

O melhor de Donas de Casa Desesperadas é quando as tramas das personagens principais se cruzam umas com as outras, por isso não é de admirar que o ponto alto do episódio tenha sido o embate entre Susan e Gaby sobre os filhos de ambas. Gaby que tem tido bastante destaque nesta altura, uma vez que foi ela que mais mudou em 5 anos e a sua história está óptima e com equilíbrio certo entre a comédia e o drama. Outra que está com um desenvolvimento excelente é Bree: parecendo ao longe uma personagem bastante limitada, a série tem conseguido dar a volta a um possível estancamento da mesma. E é um prazer ver a evolução de Orson de potencial vilão para secundário de luxo. Quem não teve muito destaque foi Lynette lá com a crise da meia-idade do marido que foi "resolvida" com o auxílio do marido da Eddie. E, apesar de ter agido em proveito próprio, a sua argumentação sobre Tom foi certeira (até a mim me convenceu!). De resto, tivemos mais Katherine Mayfair (hurray!), embora eu ainda ache que ela esteja subaproveitada, e já podemos esperar uma maior participação de Mrs. McCluskey, o que rende sempre momentos hilariantes.

8 potes de banha

 

Entourage 5x06: Redomption

Esta é daquelas (raras) séries que não precisam de grandes reviravoltas para se manter no auge. Praticamente nenhum episódio traz nada de novo, mas são sempre uma maravilha de acompanhar. Neste, com o regresso de Dom, amigo de infância de Vince, mais uma vez Eric andou sobressaltado com os seus potenciais delitos. Ari tenta arranjar o papel de secundário para Vince em Smokejumpers e vai apostar numa partida de golfe com o chefe de estúdio que havia despedido Vince de Aquaman 2 (o que deu para uma participação especial do grande Martin Landau). Acaba por perder, mas a morte do executivo no final do episódio poderá abrir a porta para a entrada de Vince no filme. Porém, o ponto alto do episódio foi Turtle desesperado por dinheiro aceitando o trabalho de assistente de Drama, que, com os seus vedetismos, faz-lhe a vida negra. E assim foi: nada de inovador, mas com a qualidade de sempre.

8 potes de banha

 

Heroes 3x05: Angels and Monsters

Melhor que o da semana passada, mas ainda longe do razoável (embora eu tenha cá para mim que episódios fracos são o razoável em Heroes). A sério, alguém consegue suportar as imbecilidades da série? Hiro e Ando completamente apalhaçados e ainda fazem perder o nosso tempo com a captura de Adam e depois ele foge da maneira mais parva possível. Parece que a trama de Nikki e das suas irmãs gémeas vai para a frente. Que estupidez, se tinham um contrato com Ali Larter para cumprir, podiam ter feito bem melhor. Ao menos fica uma para cada um dos irmãos: Nathan, Peter e... Sylar (outra que não me entra). Falando em Peter, a actuação de Milo Ventimiglia está cada vez pior: é só berros e caretas, vá lá que desta vez foi curtinha. Também começo a ficar farto do núcleo Bennet que era das coisas poucas coisas que valiam realmente a pena em Heroes, aquilo não ata nem desata, sempre a mesma história de caca. Já nem falo do Mohinder... lamentável. Coisas boas: a revelação de experimentos que criaram alguns dos seres poderosos (entre eles, Nathan e as tri-gémeas), Parkman não deu sinal de vida e a tal surpresa do fim com a aparição do papá Petrelli que parece ter poderes como o Professor X dos X-Men. Coisa inédita, como se pode ver.

4 potes de banha

 

House 5x04: Birthmarks

Quando parecia que a série se estava a perder, apareceu este maravilhoso quarto episódio. A reconciliação entre House e Wilson foi excelente e muito bem encenada: com a morte do suposto pai de House e a falta de interesse deste em assistir ao funeral, fizeram com que Wilson engolisse o orgulho e se dispusesse a levá-lo. O que House aproveita e tenta fazê-lo ver que ambos necessitam um do outro. A melhor cena foi a do funeral, com todo o discurso tocante de House só para chegar perto do caixão e recolher uma amostra do pai para testes de ADN. O caso da semana também foi óptimo e permitiu a participação de praticamente toda a gente (da velha equipa à nova) e, vá lá, apagou um pouco o destaque que a irritante 13 vinha tendo até ao momento. Acima de tudo, o caso da semana dividiu a temática da relação entre pais e filhos com o que ia acontecendo fora do hospital. Excelente episódio, agora é torcer para que a temporada se mantenha neste nível.

9 potes de banha

 

How I Met Your Mother 4x04: Intervention

Bom episódio a reflectir sobre as mudanças na vida de cada um de nós à medida que envelhecemos. Confesso que o início com aquele Barney velho me deixou de pé atrás, mas a situação rendeu tão bons momentos e compensou o início desastrado (aquela rapariga teria de ter o Q.I. de uma porta para cair naquele golpe de teatro). Ted vai-se mudar para Nova Jérsia, Marshall e Lily vão para o tal apartamento comprado há um ano e Robin vai para o Japão. E quando o episódio parecia que iria se acobardar e deixar tudo na mesma, foi o tal Barney velho que involuntariamente lhes devolveu a razão. Óbvio que a série ainda vai dar muitas voltas (Ted e Robin ainda terão de morar juntos), mas o que é bom na série é acompanhar o desenrolar das situações até chegar a um ponto já conhecido do público.

8 potes de banha

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:40

Até a barraca "Albânia"

por Antero, em 15.10.08

Conhecem aquela expressão "a equipa [inserir nome] joga pró Mundial"?

 

A Selecção Nacional é a antítese da mesma.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:58

 

Os Irmãos Coen são realmente duas personagens únicas na indústria de Hollywood: adorados pela crítica, mas praticamente ignorados pelo grande público, eles conseguem mover-se no meio intocáveis, uma vez que escrevem e realizam as próprias obras (o que lhes confere um controlo autoral ao alcance de poucos) e não se importam com os resultados (leia-se: lucros) que daí advém. Por isso, o novo filme da dupla, Destruir Depois de Ler, só será uma surpresa para aqueles que não estão a par do currículo dos mesmos. Contrapondo à tensão, negrume e densidade de Este País Não É Para Velhos (que lhes rendeu 3 prémios da Academia), o filme que agora se encontra em exibição é uma nítida descompressão à seriedade da premiada obra e um retorno à temática que eles mais gostam: o humor negro.

 

Osbourne Cox (John Malkovich) é um agente da CIA que se demite porque não quer ser relegado para um cargo considerado inferior. Cansado da sua vida e do seu casamento com Katie, que o trai com um segurança do governo, Harry Pfarrer (George Clooney), ele decide escrever as suas memórias para posteriormente editar um livro. Só que o CD que continha essas informações vai parar às mãos de dois personal trainers de um ginásio local, que devem bastante à inteligência: Chad (Brad Pitt, formidável) e Linda (Frances McDormand, excelente como sempre) que pretendem lucrar com a situação, sendo que a última tem como objectivo arranjar dinheiro para pagar uma série de cirurgias plásticas. Está dado o mote para uma história de espionagem e em que as diversas story-lines começam a entrecruzar-se, criando um imbróglio tremendo.

 

Sim, história de espionagem. Parecendo que não, Destruir Depois de Ler não é mais do que uma sátira aos filmes de espionagem: desde a música tensa à composição dos planos, tudo faz lembrar obras de espiões e conspirações governamentais. Só que aqui é o burlesco que ordena, sendo que todas as personagens principais têm motivações e atitudes exdrúxulas e é isso que suporta a narrativa que - e não há mal nenhum nisso - é quase simplória. Mais para o fim, o filme começa a pisar caminhos mais obscuros sem, no entanto, resvalar para o negrume de obras anteriores graças, principalmente, a duas cenas fulcrais que servem quase como resumo do filme e expõem o ridículo da situação.

 

Basicamente é isto: os Coen contam uma história séria com toques cómicos. Ou uma história cómica com toques mais sérios. Ainda não me decidi. Se mais alguém for ver o filme que me dissipe as dúvidas. De qualquer das formas, consegue ser melhor que muito lixo com ar de comédia a passar nas salas de cinema.

 

Qualidade da banha: 14/20

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:55

Onde é que andavam os meus ouvidos?

por Antero, em 11.10.08

 

ACátiarecomendou, oBrunotambém falou e o meu irmão lá arranjou. A banda sonora do momento aqui no estaminé são os Deolinda, um daqueles projectos que juntam tanta coisa num mesmo cocktail delicioso e irresistível que, vez por outra, surgem no panorama musical. Misto de fado, rancho, folclore e, porque não dizê-lo, sátira (na fantástica faixa Movimento Perpétuo Associativo), o álbum Canção Ao Lado é tudo o que a música popular portuguesa devia ser e não é devido a pimbalhadas mil e cantores de gosto duvidoso. Sexta-feira actuam no Teatro Aveirense e a lotação já está esgotada. Tenho pena de não ir, mas depois os dois meninos ali de cima põe-me ao corrente de tudo. Esperemos que não sejam um cometa como os Ornatos Violeta e que fiquem por aqui muitos e muitos anos. Para ouvir sem qualquer preconceito.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:12

Muita parra e pouca uva

por Antero, em 10.10.08

 

Olhos de Lince é um daqueles filmes formatadinhos que não deixa nada ao acaso: a fórmula está mais que gasta, mas ainda agrada ao público; tem muita correria, mas não tem grande conteúdo; tem bons actores, mas personagens rasas; tem uma história que se quer trepidante e pertinente, mas acaba por descambar na estupidez. Nota-se perfeitamente a mão dos produtores e menos a marca do realizador (geralmente, o argumentista não é para aqui chamado). E como um dos produtores executivos dá pelo nome de Steven Spielberg, que antes era sinónimo de entretenimento de primeira água e agora é só desconfianças, já podemos esperar muita coisa, como a inclusão do seu protegido Shia LaBeouf e uma história mastigadinha e cheia de acção, numa tentativa clara (e infrutífera) de esconder um argumento falho e repleto de buracos.

 

Situado em Janeiro de 2009 para evitar qualquer relação com a administração Bush apenas porque sim, Olhos de Lince traz Jerry Shaw, um jovem que certo dia recebe a notícia que o seu irmão gémeo, com o qual já mal tinha contacto, morreu e, após ir ao funeral, chega a casa e é preso sob acusações de terrorismo. A partir daí, ele é auxiliado na sua fuga por uma voz no telefone que o coloca no mesmo veículo que Rachel (Michelle Monaghan), que também foi envolvida no assunto sem perceber o que se passa para salvar a vida do seu filho. Ambos são perseguidos pelas autoridades e ajudados pela Voz que parece ter uma missão para ambos. Assim como as personagens, o espectador é deixado completamente às cegas sobre o que está a acontecer na maior parte do tempo, o que é uma decisão acertada conseguindo até camuflar algumas soluções mais absurdas da história até então (como a fuga de Jerry, a primeira perseguição de carros e a cena dos cabos eléctricos).

 

Por outro lado, sempre que o argumento tenta desenvolver o clima de conspiração, começam a pipocar os buracos do mesmo e, a partir do momento em que a tal Voz se revela e quais as suas intenções, o filme oscila entre o estúpido e o insultuoso para a inteligência do espectador. O terceiro acto da história é quase um desastre absoluto: até aí, a Voz era algo omnipresente e com poderes ilimitados (ou seja, misteriosa e temível); depois só podemos concluir que a mesma é extremamente burra, o que acaba por atestar o filme como algo sem a mínima lógica. Basta o espectador parar para pensar um pouco e os defeitos ficam logo escancarados à sua frente, já para não falar nos elementos copiados homenageados de outros filmes superiores (2001 - Odisséia no Espaço; Os Homens do Presidente; Eu, Robot; O Homem que Sabia Demais - esta então é escandalosa!).

 

Porém, em abono da verdade, há que dar mérito a D. J. Caruso que mantém a narrativa sempre em movimento e com um constante clima de urgência de modo a que o espectador não pare um segundo (e daí repense tudo o que viu e está o caldo entornado). Os actores estão também bastante carismáticos e se o espectador atura alguns exageros e palhaçadas da trama, é porque os mesmos se mostram bastante sérios em cena. Resumindo e concluindo: Olhos de Lince é um thriller com reminiscências de Hitchcock (o tema do indivíduo perseguido e falsamente acusado) feito para as plateias mais jovens com um olho nos bolsos e carteiras destes. Duas horas bem passadas e um divertimento esquecível mal termina.

 

Qualidade da banha: 9/20

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:50

Cavalo de Tróia

por Antero, em 09.10.08

Depoisdestanotícia eu diria que Cristian Rodriguez é um agente duplo ao serviço do Benfica!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:06

Episódios da semana #6 (05/10 a 11/10)

por Antero, em 08.10.08

ALERTA DE SPOILER! Este post contém informações relevantes, pelo que é aconselhável que só leiam caso estejam a par da exibição norte-americana.

 

 

Desperate Housewives 5x02: We’re So Happy You’re So Happy

Fico feliz que a série não tenha de recorrer aos flashbacks para explicar em pormenor o que se passou nos últimos 5 anos. A série não precisa disso e no episódio anterior tivemos a informação necessária (embora não me admire nada se, em episódios futuros, eles voltarem a abordar esta parte da cronologia). Sendo assim, as histórias desta temporada começam a arrancar bem cedo, o que é óptimo. Deste episódio há vários pontos a destacar: Bree e o seu trabalho que a leva a isolar-se cada vez mais (e é bom ouvi-la a ser chamada de Van de Kamp em detrimento do insosso Hodge, como foi referido pela mesma); a ameaça latente do novo marido de Eddie que parece ter alguma relação com Wisteria Lane (e uma maior participação de McCluskey é de aplaudir); o complexo de Édipo do filho de Lynette de uma forma bem infantil, mas divertida (e aqui se vê o poder de uma talentosa actriz como Felicity Huffman, capaz de valorizar o material mais pobre); Gaby e a sua inadequação à vida de mãe, o que rende momentos divertidíssimos; Susan e a relação entre o novo namorado e Mike, o que levou a uma participação relâmpago, mas sempre hilariante, de Karl Mayer (a química entre ele e Susan é excelente). Só senti falta de Katherine Mayfair, que me parece muito apagada neste início de temporada. A personagem e a actriz não merecem.

8 potes de banha

 

Entourage 5x05: Tree Trippers

Este foi, provavelmente, o episódio mais non-sense de toda a série. E de outra maneira não poderia ser: indeciso quanto a fazer um filme de família sobre o cão Benji (uma daquelas porcarias tipo Air Bud), Vince e o resto da malta decidem fazer uma "viagem espitirual" ao deserto de Mojave, com uns cogulemos psicadélicos fornecidos por Eric Roberts em pessoa! Foi engraçado vê-los a todos completamente chapados à espera de um sinal para a decisão de Vince e a falarem disparate atrás de disparate. No entanto, não foi tão hilariante quanto poderia ter sido, pelo menos não ao que a série nos habituou.

7 potes de banha

 

Heroes 3x04: I Am Become Death

Eu juro que tento, mas é difícil gostar de Heroes. Já não digo "adorar", mas sim "gostar" como se de um entretenimento decente se tratasse. Nem isso. Aliás, começo a sentir-me bastante perdido no meio de tanta história atirada na cara do espectador, só para dar a sensação de que algo de relevante ocorre (e agora cada episódio tem uma cena de acção para contradizer aqueles que acusavam a série de ser parada). No meio de tanta cambalhota à conta das viagens no tempo é ridículo perceber que o Peter do futuro é morto com tiros, que o Sylar no futuro é "cego", uma vez que só se apercebeu que estava diante de um Peter diferente quando o seu filho de 3 anos fez um reparo, e que a população aderiu em massa à vacina das habilidades, embora a mesma parece que só oferece o poder de voar (cujos efeitos especiais são tosquíssimos). Já para não falar que temos de aturar as aborrecidas discussões entre Hiro e Ando, o Mohinder a mudar e a passar para o lado negro da Força (devia era passar para o Além), a história de Parkman em África mais as pinturas do futuro (pfff...) e - como dói pensar nisto - ver Malcolm McDowell desperdiçado num papel que não avança um milímetro. Ah! Milo Ventimiglia dá um espectáculo de interpretação (hahaha... quem dera). E a pirralha Google Earth que NÃO cresceu em 4 anos? Tosco, muito tosco.

3 potes de banha

 

How I Met Your Mother 4x03: I NJ

A série volta aos bons velhos tempos, principalmente por conseguir enfiar todas as cinco personagens principais (mais Stella, a noiva de Ted) na mesma história de maneira envolvente e não de forma artificial como no episódio passado. Neste episódio, Ted e Stella discutem sobre qual será melhor para morar depois de casados: Nova Iorque ou Nova Jérsia, enquanto Robin decide o que fazer com o seu futuro profissional (e as manchetes do Metro News One estão cada vez mais hilariantes). Lilly, nova-iorquina de gema, fica do lado de Ted, enquanto que Marshall descobre todo um novo mundo do outro lado do rio. O final, no qual Robin recebe uma proposta para trabalhar no Japão, desperta em Barney sentimentos que ele achava enterrados (mas ela volta, pois ainda tem de morar no apartamento de Ted). Também fiquei com a impressão que Stella não será a tal "mãe" do título da série, uma vez que a relação entre ela e Ted não durará muito.

8 potes de banha

 

Prison Break 4x07: Five The Hard Way

Prison Break parece ter renascido nestes últimos episódios. Basta engolir algumas reviravoltas no argumento mais implausíveis e temos um oásis de entretenimento como foi este episódio. E convenhamos que certas coisas como o reaparecimento de Sara são difíceis de engolir, mas isso já lá vai. Não tivemos o nariz de Scofield a sangrar novamente, mas sim uma explicação de Lincoln para o facto: poderá ser um tumor e Michael poderá estar com os dias contados. Toda a parte de Las Vegas foi boa e a reviravolta final lá com o velhote e o Sucre foi bem mandada, apesar daquele chinoca me irritar profundamente (e ele tinha que meter água, óbvio!). Porém , o destaque foi mesmo T-Bag que voltou a ser aquele vilão que todos adoram odiar: aliando-se, como de costume, a alguém para sobreviver, o confronto dele com Michael teve o condão de recuperar o velho estilo da série, quando Scofield tinha de usar toda a sua inteligência para desvendar qualquer percalço. E finalmente tivemos a resposta para a existência e importância do tal livro dos pássaros: várias páginas do mesmo formam uma planta do edifício onde se encontra Scylla e Scofield, engenheiro inteligente que é, chamou-lhe um figo. Se esta for mesmo a última temporada (e tudo aponta para isso), Prison Break ainda vai a tempo de cortar a meta e fechar com chave de ouro.

8 potes de banha

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:11

A erva passou a ser de segunda

por Antero, em 07.10.08

 

Há pouco tempo acabei de ver a quarta temporada de Weeds. Estou atónito: como é possível que a série tenha decaído tanto de qualidade? A temporada é muito fraca, pouca coisa parece funcionar bem e muitas situações parecem deslocadas, vindas de outra série qualquer e acabam por cair ali de pára-quedas. O tão aplaudido (até por mim) final da temporada passada tornou-se um erro de proporções drásticas, uma vez que a reviravolta operada na série (que não pretendo revelar, não se preocupem) só a piorou. Nota-se que Weeds ainda não estava no ponto para mudar de ares, ainda havia tanto para explorar. Agora temos episódios aborrecidos, personagens ridículas (onde antes havia o absurdo), as novas adições não tem a força e o carisma das que saíram, story-lines que pura e simplesmente não se encaixam umas nas outras (o que acontece a Celia no último episódio é risível demais para ser verdade) e temos Nancy, que antes parecia um íman de problemas, mas que agora parece que tem gosto em meter-se em sarilhos. Não que eu queira fazer já o funeral a Weeds (que terá mais duas temporadas), mas o rumo dos acontecimentos e a avaliar pelo gancho deixado no último episódio, não vejo outra solução a não ser esperar o pior. Uma pena.

 

Por outro lado, ando deliciado com esta série:

 

 

Já tinha visto uns fogachos de Damages (Sem Escrúpulos cá no burgo) que serviram para atestar as prestações fabulosas de Glenn Close e da revelação Rose Byrne, mas agora é mesmo sério. Autêntico jogo de gato e rato, o espectador é levado para os bastidores de um caso de tribunal mediático onde tudo serve para ganhar cada batalha de ambos os lados, onde nada é o que parece e todos tentam manipular os que os rodeiam. Depois, há aquelas pequenas sequências passadas no futuro que cortam a narrativa do presente e fazem com que o espectador não perca um detalhe do que lhe é mostrado, uma vez que o círculo se vai fechando a cada episódio. Pela vossa saúdinha, não a percam!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:50

Viva!

por Antero, em 06.10.08

 

É um prazer ter a Premiere de volta! A revista vem praticamente inalterada, com pequenas mudanças no grafismo e algumas alterações na equipa (o João Lopes, por exemplo, já lá não escreve). De resto, as mesmas secções com a qualidade de sempre. Vénia a José Vieira Mendes que, neste ano de hiato da publicação, não mediu esforços para trazer de volta a única revista do género em Portugal. Os inícios de cada mês já nem pareciam os mesmos...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:38

Porquê?

por Antero, em 05.10.08

Porque é que esteve frio a semana toda, ao ponto de eu agora estar tão constipado que mal me aguento em pé, e aos Domingos está sempre, sempre, sempre bom tempo? Odeio os Domingos!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:53



Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

Pesquisar

  Pesquisar no Blog


Armazém

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2010
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2009
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2008
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D