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ALERTA DE SPOILER! Este post contém informações relevantes, pelo que é aconselhável que só leiam caso estejam a par da exibição norte-americana.

 

 

Desperate Housewives 5x10: A Vision's Just a Vision

Gostei muita desta despedida de 2008 por parte da série. Mais uma vez, Dave trocou-me as voltas e o meu palpite inicial estava correcto: ele quer Mike para se vingar do acidente que vitimou a sua mulher e filha no primeiro episódio. Aquelas visões todas quererão dizer que a personagem pode ter redenção, tal como Orson se veio a revelar uma boa pessoa? Susan anda às voltas com o filho que não vê com bons olhos o namoro entre o pai e Katherine. Foi uma excelente solução não pôr a Susan a envenenar o filho contra o casal, no que seria mais uma das suas trapalhadas inconsequentes. Apesar de não se sentir eufórica com a situação, Susan também não deseja nenhum mal à amiga e ao ex-marido, o que é louvável. Gaby, como de costume, torna-se no grande destaque do episódio: com a visão de Carlos de volta, pudemos vislumbrar como ela amadureceu nos últimos anos, quando teve de abdicar da vida de ricaça para cuidar dos seus. Quando metem a orientação sexual de Andrew em rota de colisão com Bree, a série rende momentos hilariantes. Foi o que aconteceu quando ela descobriu o “parceiro para a vida” do filho e decidiu conhecê-lo a fundo, convidando-o para um jantar de família mais o casal de vizinhos gay. Claro que ia dar bronca, porque os vizinhos reconheceram-no de um filme pornográfico e, mais uma vez, vemos Bree a fazer aquilo que ela faz melhor: tentar com que as situações não se descontrolem e revertam a seu favor. Seria muito bom se tivessem mostrado a personagem no clube de vídeo a tentar arranjar a cassete. Lynette é que se afunda cada vez mais e isto não é um defeito: as suas histórias andavam coxas, mas agora ela está metida numa embrulhada que segue à risca aquele chavão de que tudo só tende a piorar. Mentir à polícia e ao advogado, esconder provas de crimes, pagar a testemunhas, tudo para proteger o filho. A partir daqui, deverá ser Lynette a entrar em conflito com Dave, o que poderá levar a que seja ela a descobrir tudo sobre ele.

8 potes de banha

 

Heroes 3x12: Our Father

Muito melhor que os episódios anteriores, esta semi-conclusão do volume 3 de Heroes dá algumas respostas a questões anteriores: Claire passaria a ser o catalisador quando era bebé e tinha acabado de ser entregue a Noah, só que a mãe de Hiro passa este poder para o filho, depois que o do futuro/presente se revela para ela (e recupera a consciência adulta). Só que aí aparece Arthur que lhe rouba os poderes – o que deve perdurar em todo o volume 4, pois Tim Kring já disse que as viagens no tempo vão ser deixadas de lado – mas antes de proceder à reestruturação da fórmula é morto por Sylar, que volta ser o psicopata dos velhos tempos. Esta “morte” de Arthur foi até indigna de um vilão com tanto potencial: um tiro na cabeça e já está. Tudo bem que ele só deve estar “inactivo”, como Claire esteve quando tinha aquele pedaço de vidro espetado na nuca, mas não deixa de ser decepcionante. A grande ideia de Arthur em fornecer poderes às “pessoas certas” era, afinal, criar um exército o que até faz algum sentido. Obviamente, algo dá errado e um dos primeiros soldados a experimentar os efeitos dos poderes deverá revoltar-se. Claro que eu podia dizer que isto é um plágio da história do Capitão América, mas não quero ser intriguista. Ficamos já a saber que outro que vai usufruir disto é Ando que, juntamente com Daphne e Parkman, lá descobriu as revistas do Isaac e, como não podia deixar de ser, lá abriram nas páginas exactas onde tudo ocorria sem se preocuparem em ler o resto (será que mostraria as personagens a ler o fim da revista e os espectadores da série com cara de parvos…?). Elle morreu mesmo e com muita pena minha, pois gosto de Kristen Bell e espero bem que aquela conversa de Claire com o pai mais novo (numa óptima caracterização das personagens 16 anos mais novas, excepto o pai de Hiro) resolva de vez os problemas mimados dela. Uma das poucas coisas que Heroes tem de bom é a relação do núcleo Bennett. A outra é Sylar como vilão e apenas quando toma atitudes inteligentes. O resto é juntar e deitar fogo.

5 potes de banha

 

House 5x11: Joy to the World

Coisas que retive deste aborrecido episódio que levei horas a ver porque, a cada cinco minutos, caía no sono: a paciente gordinha estava grávida, deu à luz e deixou o bebé ao abandono; Cuddy lá arranjou um rebento para adoptar; Treze e Foreman começam a namorar (pfff…); Kutner era um arruaceiro na adolescência e pede desculpas a uma das suas antigas “vítimas” (quem diria, não? Um pamonha como ele…); Wilson manda presentes com embrulhos verdes a House; Chase e Cameron continuam a ser figurantes de luxo. Como se vê, nada de especial aconteceu. Se alguém se lembrar de mais alguma coisa de relevante, pode apontar.

4 potes de banha

 

How I Met Your Mother 4x10: The Fight

Um episódio em que as cinco personagens partilham a maior parte do tempo só pode ser bom. Neste aqui, devido a um empregado do bar McLaren’s que resolve tudo na lei da porrada, Barney e Ted envolvem-se numa confusão pois inventam uma história de terem ajudado o tal empregado numa luta quando tal não aconteceu. No final, quem resolve a contenda é Marshall que, apesar de se mostrar sempre pacífico, já tem uma certa estaleca em lutas com os seus irmãos grandalhões. Ver Robin toda excitada por homens se mostrarem corajosos em lutar foi impagável (e com um pai e um ambiente familiar como ela teve, só podia ser assim) e todas as cenas no jardim-de-infância também foram muito boas.

8 potes de banha

 

Prison Break 4x14: Just Business

Quanto vale uma reviravolta bem sacada numa série? Um episódio? Dois? No caso de Prison Break parece valer uma temporada inteira: com a traição de Self, a série ganha novo fôlego, pois agora não há dois lados da barricada quanto a Scylla. Agora, vale tudo para cada um atingir os seus interesses. Na primeira metade, tivemos o embate entre Self e Michael pelo último bocado de Scylla, com vantagem para o último. Isto até se traído por mais um desmaio e Self lá lhe rouba o objecto. Gretchen quer livrar a sua família da situação extrema na qual está metida, mas Self, paranóico ao máximo, não aceita vender Scylla a qualquer um. Então, em mais uma reviravolta espectacular, a Companhia compromete-se a ser aliada de Scofield, prometendo que o opera se Burrows recuperar Scylla para eles. Mahone não desapareceu de vez e tenta arranjar ajuda com a sua amiga Felícia, mas com o plano de Scofield a ir por água abaixo mesmo no fim, ele fica desprotegido e à mercê do seu antigo companheiro, o agente Wheeler, que o quer levar a tribunal. Com tanta coisa boa no episódio, o destaque foi mesmo toda a parte T-Bag com o sequestro daquele cristão “porta-a-porta”, por suspeitar que ele era um agente da Companhia. Eu, que sempre desconfiei que ele mentia sobre tudo o que falava, lá fiquei parvo com a redenção de T-Bag em não o matar devido à citação do Salmo. Isto até o cristão revelar-se mesmo um agente da Companhia e capturá-lo sem grande esforço. Fiquei estupefacto. Prison Break segue memorável nesta quarta e trepidante temporada.

10 potes de banha

 

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publicado às 17:45



Banha de Cobra

Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

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