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A erva passou a ser de segunda

por Antero, em 07.10.08

 

Há pouco tempo acabei de ver a quarta temporada de Weeds. Estou atónito: como é possível que a série tenha decaído tanto de qualidade? A temporada é muito fraca, pouca coisa parece funcionar bem e muitas situações parecem deslocadas, vindas de outra série qualquer e acabam por cair ali de pára-quedas. O tão aplaudido (até por mim) final da temporada passada tornou-se um erro de proporções drásticas, uma vez que a reviravolta operada na série (que não pretendo revelar, não se preocupem) só a piorou. Nota-se que Weeds ainda não estava no ponto para mudar de ares, ainda havia tanto para explorar. Agora temos episódios aborrecidos, personagens ridículas (onde antes havia o absurdo), as novas adições não tem a força e o carisma das que saíram, story-lines que pura e simplesmente não se encaixam umas nas outras (o que acontece a Celia no último episódio é risível demais para ser verdade) e temos Nancy, que antes parecia um íman de problemas, mas que agora parece que tem gosto em meter-se em sarilhos. Não que eu queira fazer já o funeral a Weeds (que terá mais duas temporadas), mas o rumo dos acontecimentos e a avaliar pelo gancho deixado no último episódio, não vejo outra solução a não ser esperar o pior. Uma pena.

 

Por outro lado, ando deliciado com esta série:

 

 

Já tinha visto uns fogachos de Damages (Sem Escrúpulos cá no burgo) que serviram para atestar as prestações fabulosas de Glenn Close e da revelação Rose Byrne, mas agora é mesmo sério. Autêntico jogo de gato e rato, o espectador é levado para os bastidores de um caso de tribunal mediático onde tudo serve para ganhar cada batalha de ambos os lados, onde nada é o que parece e todos tentam manipular os que os rodeiam. Depois, há aquelas pequenas sequências passadas no futuro que cortam a narrativa do presente e fazem com que o espectador não perca um detalhe do que lhe é mostrado, uma vez que o círculo se vai fechando a cada episódio. Pela vossa saúdinha, não a percam!

 

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publicado às 00:50



Banha de Cobra

Alvará

Antero Eduardo Monteiro. 30 anos. Residente em Espinho, Aveiro, Portugal, Europa, Terra, Sistema Solar, Via Láctea. De momento está desempregado, mas já trabalhou como Técnico de Multimédia (seja lá o que isso for...) fazendo uso do grau de licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro. Gosta de cinema, séries, comics, dormir, de chatear os outros e de ser pouco chateado. O presente estaminé serve para falar de tudo e de mais alguma coisa. Insultos positivos são bem-vindos. E, desde já, obrigado pela visita e volte sempre!

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